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Novo sistema de câmbio reduz custos para consumidor

Maior transparência de informações vai ajudar o consumidor a comprar moedas estrangeiras com valores mais favoráveis.
O novo sistema de câmbio, que funciona desde 3 de outubro para o mercado primário de transações de comércio exterior, deve ajudar a partir de 2 de janeiro de 2012 a reduzir os custos para pessoas físicas e empresas que desejarem comprar moedas estrangeiras via bancos e corretoras para viagens ao exterior, comentou o gerente-executivo de normatização de câmbio e capitais estrangeiro (Gence) do Banco Central, Geraldo Magela.
Isso vai ocorrer porque as instituições financeiras que negociam divisas de outros países para este público vão ter de divulgar o valor total efetivo da operação, incluindo tarifas, taxas e impostos. “Hoje, cada instituição tem um tipo de modelo para informar a tarifa. Uma divulga a taxa cheia, outra a taxa com imposto”, destacou.

Segundo Magela, a partir do primeiro dia útil de janeiro de 2012 entrarão em vigor parâmetros para essa categoria de tarifas, o que obedece resolução do Conselho Monetário Nacional do dia 29 de setembro deste ano. De acordo com o CMN, foi estabelecido em uma tabela, serviços “referentes à operação de câmbio manual, com a definição de nomenclatura padronizada, da sigla a ser utilizada nos extratos e do fator gerador da cobrança da tarifa.
A descrição das tarifas deve conter a forma específica de entrega da moeda: compra ou venda em espécie, em cheque de viagem ou em cartão pré-pago.” “Vamos agora dar condições para que haja elementos de comparação para o cliente final, o que vai dar mais eficiência ao processo”, disse Geraldo Magela.

Para o BC, a maior transparência de informações vai ajudar o consumidor a comprar moedas estrangeiras com valores mais favoráveis. O gerente-executivo do Gence também destacou que o novo sistema de câmbio passará a funcionar para operações interbancárias a partir de julho de 2012. Sem dar mais detalhes, ele ressaltou que uma nova reunião técnica ocorrerá no dia 4 de novembro.

De acordo com Geraldo Magela, o novo sistema de câmbio em relação ao antigo vai reduzir os custos operacionais do BC em 70%. Magela apontou que o novo sistema de câmbio facilita a operação da base de dados do Banco Central, que ajuda nos processos de investigação sobre lavagem de dinheiro e atividades terroristas, o que beneficia também o trabalho de autoridades do Ministério Público, da Justiça e da polícia.

Novo sistema de câmbio do BC mantém média de operações no 1º dia
Segundo Banco Central, não houve ocorrências de pane; algumas corretoras, porém, relatam dificuldades no início do dia.

O início das operações do novo sistema operacional de câmbio do Banco Central (BC), que ocorreu nesta segunda-feira, manteve a média diária de registros e não houve ocorrências de pane, segundo a própria autoridade monetária. Mesmo assim, algumas corretoras relataram que tiveram dificuldades no início do dia.

“O sistema está redondo. Foram feitos quase 17 mil registros até agora (na tarde de segunda-feira), que é o padrão normal para um dia de operação”, afirmou à Reuters o chefe da Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros do Banco Central, Geraldo Magela.

De acordo com ele, apenas uma pequena instituição não-bancária informou ter tido problema, o que já teria sido corrigido. Magela, no entanto, disse considerar normal haver algum tipo de dificuldade na migração dos sistemas antigo para o novo.

O novo sistema operacional de câmbio começou a valer agora apenas para as operações primárias e, nos cálculos do BC, deve reduzir em média 70% dos custos das transações. Para o mercado interbancário, o novo sistema começa a valer no dia 2 de julho de 2012.

O início da migração ocorreu na última sexta-feira. Funcionários do BC e de instituições financeiras passaram o final de semana de plantão realizando testes. Nos últimos três meses foram quase 1 milhão de operações registradas apenas como testes.

“Não vejo anormalidade em ter um problema ou outro nessa migração,” afirmou o técnico do BC. “A minha ideia é avaliar a semana toda para ver se há algum problema”, emendou Magela.

Mercado ainda se acostuma

Segundo o diretor de câmbio da Pioneer Corretora, João Medeiros, o sistema funcionou sem percalços. Algumas instituições evitaram usar o novo sistema para registrar operações mais complexas que envolvem empréstimos e financiamentos com capital estrangeiros.

“Está tudo super em ordem. Somente algumas operações não foram feitas por receio. Essas mais complicadas vamos deixar para amanhã ou depois. Nas operações comerciais, está rodando sem dificuldades até porque fizemos testes a exaustão”, afirmou Medeiros.

A Reuters ouviu algumas corretoras ao longo do dia que informaram ter encontrado problemas na operacionalização. Uma delas relatou que o sistema não funcionou durante a manhã, o que impossibilitou de fechar compra e venda.

Magela, do BC, informou ainda que o sistema antigo, apesar de indisponível para as instituições, continuará ativo para os contratos fechados até a sexta-feira passada. Alguns contratos têm até 1.500 dias para serem liquidados.

Fonte: IG

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